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24 de jul de 2011

O jeito velho de se preucupar.


Conto-lhes a história de quem mais gostou de amor. Apaixonada pelo sentimento, tenho que contar uma coisa: sou apegada a todo e qualquer detalhe que fizer me sentir mais amada aqui, nesta Terra.
Há quem me chame de tola, mas, confio que um dia encontre alguém que aprecie e saboreie o amor tão bem quanto eu mesma! Que não demonstre hipocrisia quando se trata de um coração apaixonado.
Ganhei muitos apelidos por propor alguns desafios ao meu coração, fazer testes para não o enganar e mesmo assim continuar tentando, sempre diziam tinha dom para acreditar nos famosos "Contos de Fadas".
Pois bem, tenho uma crença! Tenho a condição de acreditar que um dia irei encontrar alguém que tenha tamanha doçura e respeito por mim e não pelo fato de ouvir uma historia tola de "felizes para sempre". Trato o meu coração, para que futuramente não sofra de amores perdidos, não acumule magoas aleatórias. Quero que meu coração tenha outro para se apoiar, confiar, querer o bem e toda a historia de um velho casal apaixonado.
Gosto do velho romantismo, da velha carta de amor escrita no meio da madrugada, gosto dos detalhes que hoje passam desapercebidos, da preocupação rara e até da preocupação do bem estar: "Pegou seu casaco? Irá fazer frio". Gosto das perguntas aleatórias sobre mim. Da velha rotina de se encantar por o perfume novo....
Gosto desse clichê todo que hoje em dia virou raridade!

- Bruna Carmona

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