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12 de mai de 2013

Encerramento.

Depois de tempos, venho com pressa contar sobre a primeira e única história de amor que não vivi....
"- Ontem quando reparei ele estava acompanhado, olhou pra mim com olhar de malandro que sempre lhe pertenceu. E com o abraço rápido virou e continuou a andar, já eu, fingi que estava tudo certo e segui..."
Foi o suficiente para ver o quanto eramos diferente e o quanto estava certa em saber que jamais teria o que sempre desejei, demorei, pensei e re-pensei, foi tudo para um bau, que só existia em minha cabeça, junto com todos os desejos e fantasias que pertencia somente a mim. Estava na hora de deixar de ser uma boba e parar de imaginar que as cenas que criei eram somente minhas, e não dele.
Talvez, esse teu jeito obscuro que ninguém desvende também não é o que  procuro, porque você mais do que ninguém sempre soube o quanto tinha necessidade demonstrar meus sentimentos; já você sempre disfarçou cada um deles, fingir que não existia sempre foi mais fácil do que encarar a grande perda.
Eu não lhe culpo por nada, sei que é homem de muitas mulheres e que quando chegar a hora certa existirá apenas uma. O suficiente para tirar toda essa sua marra de valentão.
Talvez a pessoa que conheci por algumas horas só exista em determinadas situações e  não é a verdadeira, porque o verdadeiro prevalece. Você sempre teve mascaras, isso amedronta qualquer um, até mesmo a mim. 
Como toda historia, você sempre será meu  único príncipe, o que tem fidelidade a todos meus segredos e detalhes e sei que ninguém jamais roubará teu reino, porque ele ficou cravado em mim junto ao teu gosto.
Mas, a historia.... Bem, fica pra depois. Afinal, ela nunca existiu, e se fosse inventar diria em algum momento sei que: "Eu gosto dele a ponto de querer estar perto, não tem outro jeito de me ver sorrir é louco o efeito dele aqui".

- Bruna Carmona